DIA DAS MÃES
DIA DAS MÃES (Poema de Francisco de Assis Silva)
Não há dia maior, mais esplendente,
Mais justo, mais sublime, mais poético
Do que "O Dia das Mães" e, realmente,
Não há outro que seja mais estético.
Lembra do paraíso a mãe primeira,
As santas mães judias do passado.
Lembra Isabel, estéril-hospedeira
De João Batisata, o filho inigualado.
Lembra também a mãe sem-par: Maria,
Que agraciada pelo próprio Deus,
Guarda no ventre - humana sacristia
O menino Jesus - Rei dos judeus.
E lembra a nós, deveres esquecidos:
O amor e gratidão a nossos pais,
O amparo e proteção sempre devidos
A quem por nós sofreu doridos ais.
E lembra a todos, enfim, a pais e filhos,
O agradecer a Deus, de coração,
- A mulher-mãe, mesmo a de maltrapilhos,
Pois, mãe é sempre mãe, não muda, não!
@ @ @
(Poema de Francisco de Assis Silva)
Não há dia maior, mais esplendente,
Mais justo, mais sublime, mais poético
Do que "O Dia das Mães" e, realmente,
Não há outro que seja mais estético.
Lembra do paraíso a mãe primeira,
As santas mães judias do passado.
Lembra Isabel, estéril-hospedeira
De João Batisata, o filho inigualado.
Lembra também a mãe sem-par: Maria,
Que agraciada pelo próprio Deus,
Guarda no ventre - humana sacristia
O menino Jesus - Rei dos judeus.
E lembra a nós, deveres esquecidos:
O amor e gratidão a nossos pais,
O amparo e proteção sempre devidos
A quem por nós sofreu doridos ais.
E lembra a todos, enfim, a pais e filhos,
O agradecer a Deus, de coração,
- A mulher-mãe, mesmo a de maltrapilhos,
Pois, mãe é sempre mãe, não muda, não!
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(Poema de Francisco de Assis Silva)
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